Captação Psíquica





A captação psíquica é uma abordagem terapêutica que começou a ser usada no final dos anos 50. Na realidade é um conjunto de técnicas que fazem uso de procedimentos investigativos que acessam os conteúdos inexplorados do inconsciente de onde se expressam as representações autônomas, também conhecidas como complexos na psicologia analítica. Na verdade, são partes dissociadas da consciência que atuam na psique provocando desequilíbrios na economia da alma.

Essas forças, quando em conflito, trazem grande prejuízo ao ser humano como vimos anteriormente, por isso, dentro do ambiente terapêutico, foram se desenvolvendo mecanismos que captam esses blocos psíquicos para que se expressem e consigam trazer um alívio ao psiquismo do paciente. Desta forma, é possível promover uma maior compreensão do aspecto causal de suas neuroses. 

O terapeuta, com a ajuda de um sensitivo (médium), acessa esse conteúdos desajustados, que através da catarse e do diálogo fraterno, são ouvidos e podem, inclusive, serem colocados em regressão. Assim sendo, o contingente afetivo que os alimenta perde força e promove um alívio ao paciente. Dessa maneira, esses eventos são ressignificados e o fato em si se despotencializa. A experiência mostra que ao reavaliarem a própria existência, esses complexos sentem a necessidade de se ajustarem de forma colaborativa ao centro da consciência.

Incorporamos essas técnicas no tratamento apométrico e os resultados se potencializaram, pois, em um trabalho de apometria é possível captar vários conteúdos de uma só vez em função do número expressivo de médiuns presente no grupo. Além de tratar a pessoa, explorando seus inúmeros eus, essa técnica consegue entrar nas constelações do assistido e transitar, de forma sistêmica, em toda a sua problemática. Consegue trazer, através do desdobramento, por exemplo: um pai, uma mãe, um inimigo, um patrão ou alguém que esteja desempenhando um papel que estiver trazendo instabilidade em sua vida. Podemos, desta forma, colocá-los em regressão, explorar as ocorrências negativas que os prendem no mesmo trânsito encarnatório e resolver os conflitos que estão provocando essas desarmonias.

Tudo isso é possível sem sair do consultório ou do grupo de trabalho espiritual. Trata-se de uma novidade dentro do meio espiritualista, algo inusitado para nós que nos acostumamos a tratar o espírito como algo indissociável. Não entendíamos como poderia ser possível acessar fragmentos autônomos de uma consciência qualquer, acionar partes problemáticas que orbitam o campo psíquico de alguém ou mesmo trazer para o ambiente terapêutico, pessoas encarnadas, em estado de vigília, simplesmente por estarem envolvidas na problemática de um consulente. Isso tudo nos ajudou a interpretar melhor a questão 420 do Livro dos Espíritos que trata dessas possibilidades:

Podem os Espíritos comunicar-se, estando completamente despertos os corpos?

“O Espírito não se acha encerrado no corpo como numa caixa; irradia por todos os lados. Segue-se que pode comunicar-se com outros Espíritos, mesmo em estado de vigília, se bem que mais dificilmente.”

Na questão citada, portanto, a possibilidade de comunicar-se com alguém, que esteja acordado, distante do ambiente onde ocorre o tratamento e inconsciente do processo, revela-se como algo possível. Hoje, depois de muito preparo e estudo, podemos inferir que em um trabalho apométrico não existem dificuldades para realizar essa comunicação como aponta a questão, na verdade, é algo que se realiza com muita facilidade, diferente, talvez, da realidade da época.

Não há restrições para o trabalho de captação psíquica, podendo ser ministrado em idosos, crianças, pessoas portadoras de necessidades especiais, mulheres gravidas, autistas, indivíduos com Síndrome de Down, até mesmo em recém-nascidos, portanto, acabou se transformando em uma alternativa eficiente para acessar os elementos patógenos de um campo psíquico. A experiência nos mostra que a dinâmica do tratamento ocorre através de uma espécie de interação inconsciente que não depende da atitude do paciente captado.

Podemos encontrar exemplos extraordinários de captação psíquica nos relatos bíblicos. Jesus, segundo as escrituras, também tratava os doentes através desta técnica. Nas profecias do profeta Isaías é possível encontrar essa evidência quando disse: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças”. Ora, como alguém pode tomar sobre si as enfermidades de outrem? Pensamos que apenas através da captação psíquica isso seria possível.

Acreditamos que todas as psicosferas conturbadas que se envolviam com a luz do Mestre Jesus, experimentavam um alívio imediato. Quanto se misturavam, em uma verdadeira contaminação psíquica, estes conteúdos patológicos, problemáticos, cindidos e desarmônicos se iluminavam diante do influxo energético e amoroso que emanava do Mestre. Por esse motivo ele afirmava: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e “sobrecarregados”, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve" (grifo meu). Assim, também, guardadas as devidas proporções, acontece hoje em dia com os sensitivos treinados nos psicotranses ou com os médiuns experimentados nos tratamentos apométricos; esse tipo de contaminação psíquica é muito comum e, além de fazer parte do modus operandi de um trabalho de Apometria Integral, é muito usado por psicólogos e terapeutas pelas dificuldades e resistências encontradas em outras técnicas que usam o próprio paciente para acionar esses conteúdos, por exemplo: a regressão nas TVP’s.

O biólogo Ruppert Sheldrake fala dos campos morfogenéticos, uma teoria muito paracecida com o Akasha dos hindus ou com o insconsciente coletivo de Carl Gustav Jung. Explica que existem “invisíveis estruturas organizadoras, capazes de organizar cristais, plantas ou animais, determinando até seu comportamento”. Entendemos que seria uma espécie de “mônada” que se estrutura dentro de um contexto evolutivo qualquer. Em seus estudos acaba preconizando a hipótese da natureza possuir uma memória com caráter comutativo. Na verdade, Sheldrake desenvolve um conceito a respeito da "ressonância mórfica", desta forma, supõe que estruturas similares podem estar em comunicação, no tempo e no espaço, através de seus campos morfogenéticos.

Os trabalhos apométricos acionam esses campos e essa memórias, pois, através das captações psíquicas, conseguimos transitar nessa rede e dialogar com todos os elementos conectados com a problemática do assistido.

Isso nos mostra que onde quer que estejamos, levaremos conosco todo um esse campo. Fazemos parte de uma estrutura organizacional de consciências e elementos que existem muito antes, do nosso ingresso na matéria e continuaremos conectados até que todo esse complexo evolua e os conflitos se resolvam. 

As pessoas que conosco convivem, portanto, podem muito bem ser acessadas em um trabalho de captação psíquica, justamente por estarmos na mesma teia de frequências e por permanecermos unidos à esta rede mórfica. Isso quer dizer que onde quer que possamos estar, nunca estaremos sozinhos, sempre levaremos conosco todos os atores que atuam conosco, no palco da nossa existência.

Bert Hellinger, brilhantemente, descobriu essas conexões quando começou a trabalhar com as Constelações Familiares em suas pesquisas, da mesma forma, o médico romeno Jacob Levy Moreno, desvendou através do Psicodrama, todas as possibilidades de criar-se terapias acionando esses campos.

As personalidades dissociadas e patológicas são as primeiras as serem captadas em uma sessão. Não é raro recebermos personalidades que apresentam-se com animosidade diante do assistido, como verdadeiras inimigas de si, sem consciência dos prejuízos que resultam desta conduta. Algumas vezes, elas têm plena consciência de tratar-se de si mesmas, outras, manifestam a mais absurda ignorância diante do elemento angustiado que busca tratamento naquele ambiente terapêutico.

Quanto menos recursos emocionais, maior o nível de influência, quanto maior o grau de imaturidade do assistido, maior será o nível de desequilíbrio, ou seja, todos os transtornos, conflitos e neuroses que ostentamos são o resultado de nossa falta de força interior, resultado de um caráter imaturo. Por todas essas razões é que pregamos que devemos buscar o conhecimento, olhar para dentro, assumir o comando do nosso ser e exercermos o controle de nossa consciência com afirmações positivas, com decretos que expressem o nosso poder diante desse reino disputado por tantos inimigos íntimos.

Urge revermos todas nossas crenças, pois elas servem como estatutos pelos quais nos orientamos nesse mundo. Não podemos esquecer que somos os imperadores desse Reino Interno e se estamos infelizes devemos culpar única e exclusivamente a nossa falta de comando. Enquanto não nos convencermos da nossa condição soberana nesse vasto território interior, continuaremos sofrendo o domínio, quase sempre irresistível, de todas as nossas construções mentais.

No Yoga existe aquilo que chamamos de Sankalpa: uma técnica milenar de ajuste do nosso poder interno através de afirmações. Trata-se de tomar resoluções, fazer uso de decretos que tenham como objetivo modificar a nossa personalidade. São procedimentos interessantes que foram elaborados por culturas milenares, que conhecem profundamente os atalhos da alma, assim como outras técnicas que afloram no meio terapêutico e espiritualista e surgem como ferramentas ajustáveis às mais peculiares necessidades e crenças. O importante é estarmos constantemente atualizando nosso programa interno. Somos regidos por uma constituição interna de regras, leis, valores, crenças e normas que devem ser constantemente revistas.

Basta apenas observarmos a dinâmica de nossa vida mental. Percebam que sempre que fizermos uma afirmação positiva de alguma espécie, por exemplo: eu sou forte! Imediatamente virão inúmeros pensamentos contrários, tentando nos convencer que somos fracos, na realidade, esse diálogo interno se processa com todo esse programa mental pré-concebido, muitas vezes, acaba sendo acionado por nossas personalidades adversárias, ou, até mesmo por obsessores, por isso, não podemos esmorecer, temos que continuar legislando a nosso favor, até que todo o nosso ser esteja se orientando por novos modelos de pensamento. Na física quântica eles explicam que a consciência tem o poder de criar a realidade, pois, somente a consciência é capaz de colapsar o vácuo quântico.

Muitas vezes ouvimos colocações a respeito de pessoas com personalidades fortes. Espero que todos entendam que a expressão “Personalidade forte” é um equívoco. Existem, sim, personalidades, e elas são vastas e complexas, difíceis de serem rotuladas e também existem pessoas mais fortes no aspecto emocional, fruto de uma maturidade espiritual, que enfrentam as dificuldades com serenidade, com coragem, isso não deve ser confundido com a personalidade, trata-se do caráter e o caráter não é nada mais do que o conjunto de características específicas que diferenciam os diferentes níveis humanos. Uma pessoa que resolveu boa parte dos seus conflitos, iluminou-se com os enfrentamentos da própria sombra e criou uma maior resiliência é uma pessoa de caráter forte. As personalidades, especialmente as dissociadas, são fracas, pois demonstram uma incapacidade de livrar-se dos sentimentos que as ancoram no passado.

Para nossa felicidade, existem também as personalidades harmônicas, elas fazem parte daquilo que nos acostumamos chamar de nosso “Lado bom”, são complexos que, não raramente, se manifestam durante um trabalho apométrico.

Essas personalidades surgem no desdobramento do trabalho, em meio a toda problemática enfrentada, para exporem suas dificuldades, dizerem-se ignoradas, contrafeitas com o comportamento renitente do assistido. Quase sempre protestam contra a consciência que está em trânsito, pelo fato de perceber que ela insiste em seguir modelos destrutivos de conduta. Enfim, são manifestações que surgem para registrar a insatisfação de serem sempre preteridas.

Essas representações nos ajudam a conhecermos a verdadeira face do problema exposto no tratamento. Sempre com muita lucidez, orientam os dirigentes na condução do atendimento. São elas que estão em constante diálogo com nossos Mentores, Amigos Espirituais e Anjos Guardiões, representam a nossa intuição, por isso, devem ser consideradas como aliadas. Esse lado bom de nossa consciência vive o tempo todo dentro do nosso psiquismo com o trabalho hercúleo de nos apoiar, clama pela nossa vigilância, precisa ser fortalecido para que possa se impor dentro do ambiente conturbado da alma. Se sofremos é pelo fato de estarmos ignorando os seus recados, muitas vezes se articulam através dos sonhos, tentando nos transmitir ensinamentos e valores novos, o problema é que infelizmente, nem sempre, conseguimos decodificar essas mensagens.

Podem ser comparados aos arquétipos positivos que, muitas vezes, são ignorados pela nossa consciência, por exemplo, a anima e o animus. Nas fábulas, este lado positivo é representado pela princesa presa na torre do castelo e o ego em trânsito, o cavaleiro. Esse herói terá que enfrentar um dragão terrível, que é a representação da nossa “sombra”, um monstro ardiloso que sobrevive graças à nossa ignorância. Esse ser escabroso é uma parte nossa que teimamos em negar e a mantemos dissociada de nossa consciência graças aos mecanismos de fuga. Vencer esse dragão significa nos iluminarmos. A união com essa princesa representa a união com o “Todo” que se expressa em nosso Universo psíquico. Unir-se com o feminino, no caso do homem e o masculino no caso da Mulher, representa expandir os atributos da alma, recursos que por força dos modelos matriarcais ou patriarcais que foram implantados no seio das civilizações, fizeram do ser humano um aberração, um estrutura que se articula no mundo como se estivesse amputado de sua metade. Como aconteceu na mitologia grega com o castigo imposto por Zeus aos hermafroditas. Zeus sentiu-se ameaçado com a força e o poder que juntas, essas duas partes, conseguiam expressar e tratou de separá-las. Aconteceu o mesmo conosco, com os paradigmas impostos à força em nossa estrutura de valores, passamos a negar quaisquer atributos que não coadunassem com a nossa polaridade. Toda união conduz a um processo integrativo, portanto, está cada vez mais claro que precisamos organizar nossos elementos psíquicos dentro de um sistema unificado que proporcione o progresso espiritual que tanto aspiramos. O homem precisa, por que não? Desenvolver os atributos que são comuns ao universo feminino, como a sensibilidade, a delicadeza, a paciência, a doçura, assim como a mulher precisa trabalhar a força, a razão, a coragem, etc. Desta forma, estaremos nos tornando inteiros, resgatando nossa metade que um dia foi separada por modelos e convenções grotescas no transcurso da história.

Há todo tipo de influência positiva nos recônditos do nosso inconsciente. Lembro-me de um caso curioso, o tratamento de um assistido materialista, extremamente cético e devotado ao pensamento científico. Mostrava-se absolutamente incapaz de professar fé em qualquer coisa; quando discursava, fazia uso de modelos analíticos, como se estivesse cercado por dispositivos de defesa, incapaz e expandir o seu ponto de vista além das fronteiras tangíveis da matéria, enfim, falava como um cientista que só conseguia enxergar as coisas através da lupa de suas razões matemáticas. O mais curioso é que ao seu lado (nós podíamos ver através da vidência) havia um hindu, uma personalidade sua de alguma antiga encarnação, com uma roupa lindíssima de seda, muito bem ornamentada, confeccionada com bordados lindíssimos e no alto da cabeça um belo turbante ostentando uma pedra preciosa parecida com um rubi; era uma personalidade oriental. Essa parte ignorada de sua consciência tentava afagá-lo, buscava espaço em sua consciência. Um místico oriental a espera de um espaço maior nas decisões e orientações que esse nosso irmão estava dando a sua vida. Essa parte dissociada de sua consciência, ao captada por um dos médiuns, falou pausadamente da grande dificuldade que encontrava em fazê-lo ser menos técnico e mais confiante na realidade espiritual. Através de uma investigação ao passado, encontramos eventos traumáticos ocorridos durante o período em que essa personalidade esteve em trânsito e conseguimos entender as dificuldades de associação com esse tipo de pensamento, digamos assim, mais espiritualista.

Quantas vezes não sofremos as consequências, quase sempre previstas, por ignorarmos a nossa intuição. Todo manancial de experiências pretéritas estarão sempre aflorando em nossa mente para nos ajudar, todas as vezes que as circunstâncias exigirem, porém, essas informações estarão sujeitas ao processo alfandegário do nosso superego (usando um termo freudiano) e esse elemento importantíssimo do nosso aparelho psíquico foi elaborado com experiências e influências ambientais, nesta e em outras vidas. Nossa personalidade em trânsito (ego) ficará a espera do processo aduaneiro desse mecanismo da consciência que dará ou não crédito aos conteúdos que promanam do inconsciente (id).

Em nossa visão espiritualista, a intuição diz respeito ao acionamento de todo acervo pessoal de conhecimentos adquiridos através das experiências transatas, já a inspiração é algo que diz respeito aos conselhos e orientações que recebemos dos espíritos amigos ou entidades com as quais estivermos sintonizados. É muito comum esse tipo de confusão, por isso, é importante conceituarmos para nos protegermos de equívocos.

Nosso objetivo é a luz; não existe uma guerra entre as trevas e a luz, não devemos acreditar nesse pensamento maniqueísta que alimenta a crença no mal e ratifica o comportamento beligerante da humanidade. Tudo que existe no Universo é a luz, se convivemos com expressões pouco iluminadas, tanto dentro ou fora da nosso campo psíquico, não significa que tenhamos que combatê-las, não podemos continuar reforçando essa dicotomias, devemos, pelo contrário, trazê-las ao corredor iluminado de nossa consciência para tratá-las e ajustá-las ao objetivo evolutivo no qual estamos inseridos, desta forma, acelerarmos o nosso processo de individuação, ou seja, criarmos um identificação, cada vez maior, com o si mesmo (self), em busca da totalidade.




Autor: Paulo Tavarez
   
Terapeuta Holístico, Palestrante, Musico, Instrutor de Yoga, Pesquisador, escritor, nada disso me define.
Eu sou o que Eu sou!

E-mail: paulo.tavarez@cellena.com.br

Comentários

  1. Bom dia,
    À partir de quando vocês começaram a aplicar as duas técnicas simultaneamente, e onde buscaram este conhecimento?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa tarde, convido-0 a conhecer o nosso Instituto para receber maiores esclarecimentos.
      Rua Dias Vieira, 366 - Instituto Nisarga

      Excluir
    2. https://www.facebook.com/Instituto-Nisarga-1872375079643835/?view_public_for=1872375079643835

      Excluir
  2. Excelente. A apometria aí tal como aqui a ultrapassar barreiras no serviço ao homem.

    ResponderExcluir
  3. Atuamos com essa ferramenta e esse método desde 2005, tratando espíritos e vidas passadas e ensinando o método.

    ResponderExcluir
  4. Boa noite. Também utilizamos dessa preciosa ferramenta em favor da humanidade.

    ResponderExcluir
  5. Boa tarde.
    Paz e Luz para todos. Agradeço o texto fantástico e esclarecedor. Sou terapeuta e desejo expandir o tratamento Apométrico que já faço com a inserção da Captação Psíquica. Já ensaiei alguns atendimentos e achei os resultados bons. Moro em Salvador -Bahia, onde fica o Instituto de vocês?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa tarde, nosso Instituto fica em São Paulo, talvez um pouco distante, mas se houver interesse: Rua Dias Vieira, 366 - Vila Sonia - SP

      Excluir

Postar um comentário

Últimos artigos

Desperte o Leão que existe em você

Plenitude

Tudo está em você