Aprendendo a cuidar de si



O grande poeta Mario Quintana, maravilhoso, ensina-nos que o segredo não é correr atrás das borboletas... é cuidar do seu jardim para que elas venham até você. Não existe nada mais verdadeiro, precisamos nos conscientizar disso, afinal, as grandes realizações da vida ocorrem através da manifestação de um estado de consciência de paz e plenitude que não se consegue através do desejo externo, mas através do autodescobrimento, brilhando a luz que existe na essência de cada ser. 

Será que estamos cuidando do nosso jardim? Ou será que continuamos mendigando atenção, afeto, carinho, enfim, colocando nos ombros alheios a responsabilidade pela nossa felicidade?

Cuidar do jardim, é óbvio, significa melhorar a sua frequência para que você possa atrair tudo aquilo que tem valor pra você. Quando você estiver bem, consequentemente, o mundo ao seu redor terá outras cores; as pessoas terão um outro comportamento diante de ti, simplesmente, por que serão atraídos por essa luz.

O filósofo inglês Emerson dizia: "Quando fogem de mim, eu sou as asas". Esta é a mais pura verdade. Todo mundo busca inconscientemente estar na companhia de pessoas agradáveis, bem resolvidas, simpáticas etc... em contrapartida, sentem repulsa por aqueles que vivem mergulhados na lamentação e na baixa autoestima.

É hora realmente de cuidar do nosso jardim, não temos mais desculpas para continuarmos sendo eternos inimigos de nós mesmos. Essa guerra interior precisa acabar. Vivemos em um campo de batalhas com todos os nossos complexos interiores, em luta contra as nossas emoções, nossos conteúdos afetivos, nossas culpas e frustrações. Infelizmente, quase sempre buscando do lado fora algum abrigo para os enfrentamentos que não queremos fazer, algum entorpecente para nos acalmar, pessoas para nos preencher e tudo que encontramos são portas fechadas. É comum, nesse momento, nos vitimarmos, pois não existe uma inclinação na grande maioria das pessoas em assumir responsabilidades.

Quando mais você se deprecia, mais as pessoas o evitam. Se você, sendo profundo conhecedor de si, não gosta de si mesmo, como é que os outros que estão do lado de fora irão gostar? As energias falam muito mais do que a indumentária, você pensa que pode se destacar com maquiagens, mas não pode, tudo aquilo que você enconde dos outros, de alguma forma, seu campo energético denuncia. 

O mundo lhe trata como você se trata. Alguém pode contestar isso? Se vivemos em campos eletromagnéticos, parece óbvio que tudo aquilo que emitimos acaba retornando, quase sempre, potencializado.

Cuide do Jardim para as borboletas possam vir até você.


Autor: Paulo Tavarez
   
Terapeuta Holístico, Palestrante, Musico, Instrutor de Yoga, Pesquisador, escritor, nada disso me define.
Eu sou o que Eu sou!

E-mail: paulo.tavarez@cellena.com.br

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